Design regenerativo é o fio condutor da nova exposição da Morrama no London Design Festival — você já parou para pensar como um objeto pode devolver algo ao planeta? A mostra “From the Ground Up” reúne projetos e materiais que propõem substituir processos extrativos por soluções que se reintegram à Terra, e é justamente esse debate que vamos explorar aqui.
A visão da Morrama: repensar o design com a Terra em mente
design regenerativo guia a proposta da Morrama no London Design Festival. A equipe refaz processos para devolver valor ao solo e à comunidade. Eles investigam materiais e modos de produção que curam a Terra.
Como a prática muda o design
Projetos priorizam ciclos fechados e biodegradação controlada. Produtos são pensados para desmontar e voltar à natureza. Isso reduz lixo e demanda por matérias-primas novas.
Materiais em foco
Usam madeira local, fibras naturais e micélio como alternativas. Micélio é a raiz do fungo que une e cresce. Essas opções exigem menos energia e poucos químicos na produção.
Colaboração e testes
A Morrama trabalha com artesãos e cientistas para testar materiais. Eles envolvem comunidades locais para fechar ciclos de economia. Assim, o design considera impacto social e ambiental.
O visitante aprende com os objetos
Na exposição, visitantes veem peças e processos em destaque. Cada objeto traz informação sobre origem e destino final. Isso ajuda a entender o potencial do design regenerativo.
Peças em exibição: projetos que vão do extrativismo à regeneração
design regenerativo orienta as peças expostas no festival. Elas mostram caminhos práticos que deixam o modelo extrativo para trás.
Do extrativismo à regeneração
Extrativismo significa tirar matéria-prima da natureza sem devolver nada. Regeneração busca restaurar solo, água e biodiversidade.
Materiais em destaque
Peças usam madeira certificada, fibras naturais e micélio. Micélio é a rede de raízes de fungos que liga e cresce, formando estruturas leves. Também há materiais reaproveitados que evitam consumo novo. Essas escolhas refletem o princípio do design regenerativo.
Peças e processos
Muitos objetos foram pensados para desmontar fácil e voltar ao solo. Alguns projetos viram composto ou ajudam a melhorar o solo depois do uso. Outros são feitos para durar e permitir reparos simples.
O que o visitante vê
Placas explicam a origem, o impacto e o destino final de cada peça. Amostras permitem tocar texturas e entender propriedades dos materiais. Oficinas mostram processos e envolvem o público em ações práticas.
Materiais e ciclo de vida: como reduzir impacto e fechar o loop
design regenerativo pensa no ciclo inteiro, da matéria-prima ao descarte. Isso exige escolher materiais que retornem ao solo ou que sejam reciclados com facilidade.
Materiais circulares e biodegradáveis
Peças usam madeira certificada, fibras naturais, micélio e materiais reciclados. Micélio é a rede de fungos que cresce unindo partículas e formando materiais leves.
Projetar para desmontar e reparar
O design favorece conexões simples que permitem desmontar com poucas ferramentas. Peças reparáveis evitam descarte precoce e passam por consertos fáceis.
Ciclo de vida e LCA
Ciclo de vida avalia impactos desde a extração até o fim do produto. LCA é uma análise que soma energia, água e emissões ao longo do tempo.
Modelos de ciclo fechado
Fábricas podem recolher produtos usados para reciclar ou transformar em nova matéria-prima. Programas de take-back e catálogos de peças ajudam a fechar o loop.
Comunicação e rótulos
Etiquetas mostram origem, composição e instruções para descarte ou compostagem. Compostável significa que o material vira composto em ambiente adequado e controlado.
B Corp e responsabilidade: ética, práticas e objetivos da mostra
design regenerativo e certificação B Corp aparecem juntos na mostra da Morrama.
Isso reforça a ideia de ética, transparência e impacto social positivo.
O que é B Corp
B Corp é uma certificação que avalia empresas por impacto social e ambiental.
Ela exige padrões claros de responsabilidade, gestão transparente e compromisso público.
Práticas presentes na mostra
A mostra destaca empresas e projetos que seguem práticas alinhadas à B Corp.
Elas mostram transparência nas cadeias de fornecimento, salários justos e processos sustentáveis.
Objetivos e impacto
O objetivo é inspirar o setor a adotar modelos mais responsáveis e justos.
A mostra quer provar que design regenerativo pode gerar lucro e cuidado ambiental.
Como visitantes percebem a responsabilidade
Painéis explicam métricas e parcerias, e mostram histórias de impacto socioambiental.
Isso ajuda a entender como empresas certificadas agem no dia a dia.
Exposições também destacam colaborações locais, pesquisa aplicada e ações de educação prática.
Visitação: local, datas e por que vale a pena conferir
design regenerativo guia a visita e mostra por que o design pode ajudar a Terra.
Local e horários
A exposição acontece no Victoria House, em Bloomsbury, região central de Londres.
O espaço recebe visitantes todos os dias, com entrada das dez às dezoito horas.
Datas e programação
A mostra fica no festival por duas semanas e traz programação variada diariamente.
Haverá palestras, oficinas práticas e demonstrações com materiais sustentáveis e locais.
Como chegar e acessibilidade
O local é servido por várias linhas de metrô e ônibus, fácil de acessar a pé.
Há acesso para cadeiras de rodas, banheiros adaptados e sinalização clara para visitantes.
O que ver e por que vale a pena
Você vai ver protótipos e objetos finais, com explicações sobre origem e destino dos materiais.
A mostra conecta teoria e prática, por isso interessa a curiosos e profissionais do setor.
Dicas para visitantes
Compre ingressos antecipados para garantir sua entrada e evitar filas nos horários de pico.
Leve roupas confortáveis, celular com bateria e tempo para participar das oficinas práticas.
Converse com curadores e artesãos, eles costumam explicar processos e materiais de forma direta.
Fonte: TheDieline.com





